Qua, 08 de Setembro de 2010


Google investe US$ 100 mi na dona do FarmVille e prepara seção de games

O Google investiu algo em torno de US$ 100 milhões e US$ 200 milhões na empresa de games sociais Zynga, e prepara o lançamento de uma plataforma denominada Google Games que deve ser lançada no final deste ano. As informações foram dadas pelo site TechCrunch no domingo (11), e foram creditadas a "múltiplas fontes".

Ainda de acordo com o site, uma grande parceria entre ambas as empresas ainda está em processo. A Zynga é responsável pelos games que fazem mais sucesso no Facebook, como FarmVille e Mafia Wars --e seria o alicerce do novo Google Games.

"A Zynga não apenas dará ao Google Games uma base sólida para construção de games sociais, mas isso também dará ao Google o começo de um verdadeiro gráfico social quando usuários logarem no Google para jogar games. E não seria surpresa ver o PayPal sendo substituído pelo Google Checkout como opção primária de pagamento [nos games da Zynga]", observa o TechCrunch.

Estima-se que a Zynga teve uma receita de US$ 350 milhões na primeira metade de 2010 --metade disso convertido como lucro. A projeção da companhia, diz o site, é a de que a receita seja de US$ 1 bilhão em 2011.

Tanto o Google quanto a dona do Farmville não se manifestaram sobre o tema.

 


Fonte: Folha.com (Tecnologia)

 
Google lança site para desenvolvedores no padrão HTML5

O site HTML5Rocks.com foi dividido em seções: apresentação interativa, HTML Playground, Tutoriais e Recursos.

A Google lançou, nesta semana, um novo site de recursos para desenvolvedores, dedicados às tecnologias HTML5, batizado de HTML5Rocks.com, conforme anunciado no blog chromium.org.

O site foi dividido em quatro seções principais. A primeira é uma apresentação interativa, para demonstrar os recursos do HTML 5; a segunda, o HTML Playground, para experimentar as capacidades; Tutoriais e Recursos.

As crescentes especificações do HTML5, com recursos multimídia para a web, estão sendo adotadas por empresas como a Google, Microsoft e Apple. O novo padrão é uma série ameaça para o Flash, da Adobe, porque não precisa de aplicativos externos para exibir vídeos e animações.

Para Eric Bidelman, do departamento de desenvolvedores do Google Chrome, o HTML5 abrange muitas possibilidades.

"O HTML5 abrange muitos assuntos diferentes. Algumas APIs e recursos são parte dos padrões aceitos, embora alguns ainda sejam um trabalho em progresso. Existem muitos recursos, mas a maioria ainda é muito difícil de encontrar", disse Bidelman.

A nova tecnologia está no centro de uma disputa entre a Adobe e Apple, que cita o HTML5 como uma ferramenta que tornará desnecessário o uso da tecnologia de plugins do Flash.

Fonte: IDG Now! (Paul Krill)

 
Google Docs ganha novos recursos e muda interface gráfica em resposta à Microsoft

O Google Docs anunciou nesta terça (15) mudanças no serviço Docs, que permite que os usuários editem textos e planilhas online. Além de novos recursos, que irão acelerar a elaboração de documentos colaborativamente, a empresa fez mudanças na interface gráfica do editor. O anúncio acontece uma semana após a Microsoft lançar seu editor online com aplicativos do Office.

O novo editor, segundo o comunicado do Google, além de permitir colaborações em tempo real mais rápidas, terá uma ferramenta aprimorada para importação de documentos de outros programas de processamento de texto e mais controles sobre o layout do documento.

Documento criados pelo editor antigo permanecerão guardados dentro do Docs. O Google promete dar em breve mais detalhes sobre como os usuários poderão mover esses documentos antigos para a nova versão.

Planilhas

As maiores mudanças ficam por conta do aplicativo de planilhas do Docs. Entre os recursos novos, estão a seleção de fórmulas, arrastar e mover colunas, barra de ferramentas de edição das planilhas, barra de ferramentas para edição de fórmulas, rolagem mais rápida, recurso de autocompletar as células e copiar uma folha para outra planilha. 

O Google Lookup e os gadgets, que ainda não foram adicionados ao novo Google Docs, poderão ser utilizados a partir do link "Versão Antiga" no topo da página. A versão antiga, segundo a empresa, só ficará disponível por mais algumas semanas.

 
Oito em cada dez internautas brasileiros acessam redes sociais, diz pesquisa

Uma pesquisa realizada pelo instituto Nielsen e divulgada nesta terça-feira (15) indica que 86% dos internautas brasileiros ativos acessaram redes sociais no mês de abril. Essa porcentagem faz com que o país fique na liderança de um ranking em que constam nações consideradas desenvolvidas, como Itália (78%), Espanha (77%) e Japão (75%). Cada usuário brasileiro passou, em média, 5 horas e 3 minutos navegando em redes sociais no mês de abril.

O elevado índice de acesso a rede sociais, segundo o levantamento, ocorre em função da popularidade do Orkut, que iniciou as operações no Brasil em 2004. Para se ter uma noção de como se deu o crescimento da rede, o estudo divulgou que em setembro de 2005 – um ano e nove meses após a estreia da rede – metade dos usuários da internet no país acessava a rede social do Google.

Em comparação, o Facebook, que é a rede social mais acessada do mundo, ainda não faz muito sucesso no país. Cerca de 30% dos internautas brasileiros acessaram o Facebook em abril, gastando em média 1 hora e 46 minutos navegando na rede social.

A Itália é um dos países em que o serviço, criado por Mark Zuckerberg, mais cresce. No mês de abril, o Facebook teve mais audiência na Itália que nos três maiores mercados de língua inglesa do mundo. Países como Austrália, Estados Unidos e Reino Unido tiveram 63% e 62%, respectivamente, de acessos à rede social, enquanto a Itália teve 66%.

Crescimento de uso de mídias sociais
O estudo ainda aponta o crescimento geral no acesso a mídias sociais (redes sociais e blogs). Mídias sociais representaram cerca de 110 bilhões de minutos de acesso à internet em abril, ou seja, 22% do tempo gasto online por internautas.

Pela primeira vez, 75% das pessoas que usam internet acessaram redes sociais. Isso representa um aumento de 24% em comparação ao mesmo período – mês de abril – do ano passado.

Mostrando que as redes sociais estão em alta, três sites de mídias sociais estão no ranking de marcas mais valiosas do mundo: Facebook, YouTube e Wikipedia.

 

Fonte: UOL Tecnologia

 
A Eleição da Mídia Social

Depois de Barack Obama, partidos sonham repetir sucesso na internet registrado nos EUA. A expectativa no obter altas doaes - como ocorreu entre os norte-americanos -, mas medir desempenho pelas redes como Twitter, influenciar indecisos e conquistar eleitores jovens.

A internet é a menina dos olhos dos partidos políticos. Ao menos nestes dias em que a propaganda eleitoral com a permissão de comícios ainda está vetada - a data para seu início é 6 de julho. Não é à toa, portanto, que escritórios de advocacia especializados em direito digital estão vivendo momentos intensos ultimamente, com muita solicitação de trabalhos de consultoria e orientação por parte das legendas e de agências de marketing político.

Mas especialistas acreditam que, mesmo com a liberação da campanha eleitoral na TV e no rádio (o que acontecerá a partir de 17 de agosto), o digital ainda ocupará um bom espaço na estratégia dos partidos. Um dos fatores que alimenta esse posicionamento é o sucesso de Barack Obama na eleição presidencial dos Estados Unidos.

Cerca de um ano atrás, a estratégia do então candidato democrata para cativar eleitores era uma das apostas para o Festival de Cannes de Publicidade. Prova disso é que o case entrou para a 23ª edição do Cannes Predictions, a lista de candidatos a Leões feita pela rede Leo Burnett. E, no final, saiu ganhadora, levando para a equipe do atual presidente os Grand Prix de Titanium e de Integrated, justamente os mais cobiçados.

Por aqui, a estratégia digital dos candidatos às eleições deste ano talvez não ronde prêmios de publicidade. Também não se deve esperar que o papel da internet seja tão impactante para a campanha como foi nos Estados Unidos em relação a um dos aspectos que se sobressaíram nas eleições norte-americanas: a arrecadação de dinheiro por meio de doações dos internautas (angariadas especialmente via e-mail marketing). "Por uma questão de cultura do brasileiro, não veremos volumes altos. Mesmo entre os usuários de internet, muitos não praticam o e-commerce", observa Patrícia Peck, sócia do escritório Patrícia Peck Pinheiro, focado em direito digital e segurança da informação.

Ainda que nesse sentido não haja perspectiva de grandes avanços, está claro que este será a primeira campanha eleitoral em que a internet - e em particular a mídia social - exigirá dos presidenciáveis uma atenção mais do que especial. O fato é que o tema da internet já tomou o noticiário geral da mídia e inclusive envolveu a substituição de um filme da campanha de 45 anos da Rede Globo (leia mais aqui). O M&M Online também acompanhará a evolução do processo eleitoral deste ano, o primeiro em que o Twitter terá peso importante como ferramenta de marketing para os partidos.

"O principal papel da internet será de trabalhar indecisos e de conquistar o público jovem. Será importante gerar aderência por meio das ferramentas digitais", analisa Patrícia. A advogada comenta que se sairá bem aquele que conseguir conquistar os formadores de opinião, os blogueiros e, claro, o público que ela chama de 3.0, ou melhor, a faixa entre 16 e 25 anos, que está constantemente interagindo.

Na visão de Patrícia, mesmo com o início da campanha na mídia de massa, o digital ainda terá muito a oferecer. "A internet será alimentada ainda mais. As opiniões a respeito da propaganda na TV vão aparecer no YouTube e nas redes sociais. A web perpetuará o que vai acontecer na TV e até poderá ajudar a produzir o que será mostrado depois nos programas da campanha eleitoral".

Essa influência vale para os debates que vão acontecer na televisão (a web também permite esse tipo de embate). "Na véspera, as discussões na internet vão gerar posicionamento. E durante o debate o candidato poderá medir se está se saindo bem", diz.

Reino Unido
A eleição geral britânica deste ano - cuja votação aconteceu na quinta-feira 6 - foi considerada a primeira da mídia social. É verdade que desta vez causaram burburinho os debates transmitidos pela TV (que não eram um hábito no Reino Unido). Mas eles também foram acompanhados pelos celulares. Além disso, os eleitores fizeram seus tweets e comentários no Facebook durante esses eventos, dando aos candidatos retornos instantâneos, entre eles dicas para melhorar a aparência.

Segundo o jornal The Guardian, após o terceiro debate foram computados 154.342 tweets relativos à discussão dos líderes na TV. Um estudo da Echo Research mostrou que a mídia social foi bastante usada pelo público entre 18 e 24 anos (42%). A consultoria informou ao diário inglês que cerca de metade da população buscou informações online sobre os candidatos e os partidos. Ao final, a vitória coube ao Partido Conservador, que conquistou a maioria dos assentos no parlamento. Durante o último debate, os conservadores disponibilizaram na home de seu site um sistema para mostrar comentários postados no Twitter.

Criatividade
Questionada se haveria chance de surgir algum case surpreendente nas eleições daqui, Patrícia Peck acredita que sim. "A gente não pode esquecer a criatividade do brasileiro e também sua adesão às redes sociais". Ela diz que é possível surgir uma peça criativa do próprio eleitor no YouTube. "A gente tem uma experiência grande de mídia social, mais do que muitos países. Somos grandes adeptos", reforça.

Patrícia lembra que o trabalho dos especialistas se estenderá para além do processo eleitoral. Isso porque a votação pode passar, mas o conteúdo continuará no ar, demandando atenção e inclusive investigação se for apontada alguma irregularidade nas ações digitais.

Para conhecer algumas regras para ações digitais nestas eleições, leia abaixo:

- A propaganda eleitoral na web está liberada a partir de 6 de julho. O que for "ato de vontade" não tem prazo de início - por exemplo, simpatizantes podem abrir espaço nas redes sociais para se manifestarem. Estão vetados anúncios pagos na internet. Sites de órgãos do governo ou entidades da administração pública não podem exibir propaganda

- Debates estão permitidos. A participação de candidatos nesses encontros não é considerada propaganda antecipada

- Existe direito de resposta na web. Sua solicitação tramitará com prioridade na Justiça Eleitoral

- E-mail marketing e SMS visando campanha eleitoral também estão autorizados. O receptor das mensagens poderá solicitar o fim do envio desse material. O prazo para isso é de 48h, sob pena de multa de R$ 100 por mensagem

- A boca de urna digital pode ficar no ar mesmo no dia da votação. Não há limite temporal para a veiculação de propaganda eleitoral gratuita na web

A Brado! Networks, possui toda a qualificação técnica para que os candidatos possam montar suas campanhas digitais, com integração com todas as redes sociais, desde a criação do portal do candidato até divulgação online e marketing digital.

 

Fonte: MMOnline

 


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